Árvore de até 15 m, endêmica do Brasil (Flora do Brasil 2020 em construção, 2018). Popularmente conhecida por pinaíba e araticum , foi coletada em Floresta Ombrófila (Floresta Pluvial) e Restinga associadas a Mata Atlântica e ao Cerrado nos estados de Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. Apresenta distribuição ampla, EOO=575401 km², diversos registros depositados em coleções biológicas, inclusive com coletas realizadas recentemente (2017), e ocorrência confirmada em Unidades de Conservação de proteção integral. A espécie ocorre em múltiplas fitofisionomias e em distintos domínios fitogeográficos, de forma ocasional na maior parte das localidades em que foi registrada. árvore têm potencial comercial. A fruta comestível é apreciada em sua variedade nativa, mas infelizmente a árvore é rara em sua faixa nativa e não é cultivada (Tropical Plants Database, 2018). A madeira é usada apenas para combustível e para fazer carvão (Tropical Plants Database, 2018). Entretanto, não existem dados sobre tendências populacionais que atestem para potenciais reduções no número de indivíduos maduros, além de não serem descritos usos potenciais ou efetivos que comprometam sua existência na natureza. Assim, A. salzmannii foi considerada como Menor Preocupação (LC), demandando ações de pesquisa (distribuição, tendências e números populacionais) e conservação (Plano de Manejo sustentável) a fim de se ampliar o conhecimento disponível e garantir sua perpetuação na natureza.
https://proflora.jbrj.gov.br/html/Annona%20salzmannii_2019.html



































